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671 artigos sobre nefrologia clinica

Diálise Peritoneal na Doença Renal Policística: existe algum motivo para não indicar?
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Diálise Peritoneal na Doença Renal Policística: existe algum motivo para não indicar?

A DRPAD não é contraindicação à DP — e, na prática, muitos pacientes têm resultados comparáveis à hemodiálise. O “porém” está na mecânica: rins/hepatomegalia podem reduzir tolerância a volumes, aumentar risco de hérnias e extravasamentos, e piorar desconforto respiratório. Com técnica adequada (cateter presternal ou lateral, volumes menores, cicladora noturna e decúbito supino), a maioria das barreiras é contornável. Neste post, revisamos quando a DP é ótima, quando exigir cautela e como ajustar a prescrição para segurança e qualidade de vida.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

8 meses atrás

Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC?
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Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC?

Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC? A combinação entre MRA não esteroidal e iSGLT2 desponta como estratégia complementar no controle da inflamação/fibrose e da hiperglicemia/hemodinâmica tubular, com sinais de benefício cardiorrenal em diferentes perfis de DRC. Mas há nuances: o efeito pode variar conforme TFG e albuminúria, e a evidência direta por estágio ainda é limitada—exigindo monitorização de potássio e queda inicial de TFG, além de individualização. Neste post, revisamos o que já sabemos, o que ainda falta provar e como aplicar a dupla na prática sem descuidar da segurança.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

IVIG na Rejeição Humoral Crônica Ativa: da teoria à uma nova evidência clínica
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IVIG na Rejeição Humoral Crônica Ativa: da teoria à uma nova evidência clínica

IVIG na rejeição humoral crônica ativa: o que aprendemos com o VIPAR trial? Estudo randomizado australiano mostrou que a IVIG estabiliza histologia e preserva TFG em pacientes com AMR crônica ativa, mesmo sem reduzir DSA. Apesar dos resultados animadores, as limitações — amostra pequena, estudo aberto e uso de desfecho substituto — pedem cautela e confirmação em ensaios maiores.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

8 meses atrás

Nova Era no Tratamento das Glomerulopatias Autoimunes: Combinações que Mudam o Jogo
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Nova Era no Tratamento das Glomerulopatias Autoimunes: Combinações que Mudam o Jogo

Nova Era no Tratamento das Glomerulopatias Autoimunes: Combinações que Mudam o Jogo Os avanços recentes no manejo das glomerulopatias autoimunes têm transformado a prática clínica. O foco atual vai além da imunossupressão isolada: estratégias combinadas, que aliam terapias-alvo, imunomodulação seletiva e controle rigoroso de fatores de progressão, estão redefinindo prognósticos antes considerados limitados. Um olhar atualizado sobre como essas combinações estão mudando o jogo pode fazer a diferença no cuidado diário e na sobrevida renal a longo prazo.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?
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O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?

O momento ideal da diálise pré-operatória deve equilibrar risco de sobrecarga volêmica/uremia e risco de hipotensão ou sangramento. Em pacientes em diálise crônica, manter o padrão habitual ou realizar no dia anterior (ou no mesmo dia com ≥6h antes da cirurgia) reduz mortalidade. Em não dialíticos de alto risco, a diálise profilática pode diminuir complicações e otimizar o estado clínico.

Luís Sette

Luís Sette

9 meses atrás

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